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Vereadores fazem ofensiva por religião nas escolas em ao menos 13 capitais.





"preocupação é garantir a proteção jurídica aos professores e diretores que querem usar a Bíblia nas escolas"

E a proteção jurídica dos jovens que ainda não possuem consciência para se defenderem? O estado brasileiro como abusador, seja na política, seja na escola. A escola não deveria colocar no ombro de jovens, ainda não formados, o peso de dizer "não". Sim, existem professores que querem ensinar a Bíblia, que virem pastores nos horários vagos.


A parte mais triste disso é que a pandemia criou um labirinto ainda maior entre pobre e rico. As escolas simplesmente esqueceram o estrago que a pandemia fez nos jovens. Não existem nenhum plano nacional para repor o que perdemos. Enquanto isso, os vereados querem piorar a coisa ainda mais, ensinando os jovens a acreditaram naquilo que é absurdo. Não existe um única pais desenvolvido que é cristão na maioria. Os países mais ricos, com IDHs altos, são seculares, com alta taxa de ateísmo.


"É algo que a gente quer garantir. Vivemos em um Brasil muito estranho. Às vezes, o óbvio precisa ser defendido"

Muito estranho mesmo, onde o jovem agora vai para faculdade enquanto o pai é analfabeto. Enquanto os pais nunca puderam concluir a escola, os filhos agora podem. Muito estranho mesmo, um país que vem trabalhando para acabar com analfabetismo. Temos bons era os bíblicos, onde a taxa de analbetismo era de 90%. Temos bons era os tempos do chumbo, onde polícias entravam nas escolas e levavam os alunos, a bel-prazer, com a bíblia na entrada, era um país cristão, católico, onde pessoas desapareciam e ninguém ficava sabendo. Ótimos tempos.


Esse é o típico truque de criar um passado inexistente, que nunca existiu. O Brasil apesar dos desafios, é um país melhor, e com menos Deus, graças a Deus.


Borges diz que não há evidências científicas que mostrem que propostas como intervalo bíblico diminuam a violência escolar.

Isso é falso, totalmente falso. No meu livro "Ciência para não cientistas (vol. II)", mostrei que estados brasileiros mais religiosos são mais violentos. Em outro estudo, eu mostrei que estados mais bolsonaristas (nacionalismo cristão), as pessoas por trás das propostas, são mais violentos contras as mulheres. Também mostrei que a correlação entre cristianismo e violência contra as mulheres é zero, não existe.



Um estudo com mais de 1.000 crianças mostrou que crianças criadas em lares cristãos se tornam menos altruísta e mais punitivas, comparado com lares seculares. Ou seja: criar seus filhos com valores seculares os tornam mais bondosos, menos violentos. Compare os números da Suécia com o Brasil, e vai ver: uma país praticamente ateu, outro cristão até os dedos do pé.




















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